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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Relato: Indomit Bombinhas 2x21km - A saga para ser um Indomável

Que corredor de montanha nunca pensou em participar do encontro do trail running nacional, não é mesmo?

Foto: Bombinhas Runners

Mal havíamos retornado da Disney, onde corremos nossa primeira Meia Maratona, a Cris e eu decidimos que formaríamos uma dupla para encarar a Indomit Bombinhas 42k.

 - Inserir aqui o mesmo parágrafo dos meus últimos x relatos"blablabla fizemos a inscrição e compramos as passagens com trocentos meses de antecedência, achando que estaríamos saudáveis e treinados, blablabla, a prova chegou e mal estávamos aptos a correr 5km, quanto mais 21km!"

Pois é, foi isso mesmo que aconteceu. De novo! ¬¬

A única diferença para as outras duas Meias que corremos é que dessa vez eu consegui acumular alguma quilometragem nas pernas antes do desafio.
Nos 30 dias que antecederam a Meia da Disney, eu havia corrido 5km... nos 30 dias anteriores ao Mountain Do do Fim do Mundo eu acumulei ZERO km (fiquei mais de 60 dias parado)... mas para Bombinhas eu consegui acumular, entre um descanso forçado e outro, 23km nos 30 dias que antecederam a prova! Já era mais que a distância da prova, algo inédito até então para quem há quase um ano percorre mais km em provas do que em treinos! rs

Mas correr os 21km do revezamento não era o único obstáculo no caminho para me tornar um Indomável... não, senhor!

Para começar, o trajeto SP-GRU - normalmente feito em 40min - levou 2h para mim e 2h30 para a Cris. Foi o tempo de ela chegar ao aeroporto e abriram o portão para embarque! Nem tivemos tempo de jantar.

"Ufa", respiramos aliviados, "conseguimos pegar o avião!"
Se não desse pra pegar o voo, perderíamos a prova (nota mental: ODEIO provas aos sábados!).
O voo é super rápido e 40 min depois de decolar o piloto anunciou que iniciariam o procedimento de pouso... mais alguns minutos e vem a seguinte informação: "teto baixo, fortes ventos de cauda, chuva e visibilidade baixa... o avião tem mais 1h de combustível, então orbitaremos sobre o aeroporto aguardando uma brecha na cobertura, caso contrário tentaremos pousar em Curitiba ou teremos de retornar à Guarulhos".
Hein, oi, tipo, como assim, amigo??

O nosso plano era o seguinte: chegar à Navegantes 22h10, pegar o carro que estava reservado em nosso nome e dirigir 1h até Bombinhas, chegando lá às 23h e pouco, pegar nossos kits (gentilmente retirados pelos nossos amigos!) na recepção, tentar achar um lugar para comer, tomar banho e dormir.

O que realmente aconteceu: pousamos em Curitiba depois das 23h, alugamos um carro lá (pelo TRIPLO do preço - ficou mais caro até que as passagens aéreas!!!) e dirigimos sob chuva e neblina até Bombinhas, onde chegamos às 3h30... não achamos nenhum lugar para comer, tomamos banho, separamos as roupas para a prova e deitamos depois das 4h da manhã, para levantar às 6h00.

No sábado, café da manhã tomado, sono atrasado, mal humor deixado para trás, nos dirigimos para a área da largada (cerca de 800m de distância da nossa pousada) para encontrar o pessoal da JVM... e a chuva recomeçou.

Eiiii, como assim vocês não esperaram a gente pra tirar fotos?!
Ok, agora sim

A Cris faria a primeira perna do revezamento e eu faria a segunda. Então cumprimentei os amigos e saí do funil para assistir a largada junto com o Virgínio, que também correria a 2ª parte do revezamento (e correria muito bem, por sinal, sagrando-se campeão na categoria Duplas, chegando inclusive na frente do campeão da categoria Solo!).

Após a largada, tomamos o ônibus da organização até a área de revezamento para aguardar a nossa vez de correr. Como é árdua a espera! Ainda mais quando se tem a preocupação que eu tinha.

Como alguns de vocês sabem, a Cris rompeu o ligamento do tornozelo em abril e ficou mais de 3 meses em reabilitação. Desde que foi liberada a voltar aos treinos (o que ocorreu há poucas semanas) ela conseguiu trotar no máximo 5km de uma só vez.
Com toda a chuva da noite anterior e a que ainda continuava a cair, era certeza que ela iria passar por diversos atoleiros, gerando ainda mais instabilidade para o pé dela. Eu realmente fiquei com receio de ela se machucar novamente. Assim, cada minuto levava uma eternidade para passar!

Com 3h22 ela chegou, com a cara tranquila (relato dela aqui)! Isso me passou bastante tranquilidade também!

Deu até tempo de tirar uma selfie antes de começar a correr meu trecho (rsrs)
Enrolei ali uns 3 minutos, para me certificar de que ela estava mesmo bem e aproveitei para trocar a bateria da câmera. Só então peguei o chip do pé dela e comecei a minha parte da prova.

Bora lá, filhão, você tem 21km pela frente!

Nos 100m que separam o pórtico do revezamento do início da primeira trilha já me conscientizei que estava ali para curtir a paisagem e a experiência, e decidi que não forçaria ritmo algum durante a prova. Faria o máximo para não sair da minha zona de conforto (se é que isso é possível numa prova com percurso tão desafiador quanto essa!), afinal, ainda estou longe de estar 100% recuperado das minhas lesões e não queria ter de abandonar a prova ou atrasar a minha recuperação.

Saindo da praia (Zimbros?), peguei uma viela curta que desembocava numa escadaria de pedra e de lá num single track escorregadio, sempre subindo. Na primeira clareira foi possível avistar a praia lá embaixo e aquele cenário me deu uma injeção de ânimo.



De pouquinho em pouquinho comecei a alcançar alguns dos maratonistas e tentava sempre trocar uma frase de incentivo ou uma piadinha para descontrair antes de seguir o meu caminho. Se a prova estava dura para mim (com pernas 'frescas' e leves), imagina para quem já havia corrido 21km na lama até ali!




 O percurso estava maravilhoso: MUITA lama, muito single track, muitas raízes e pedras. E a cada clareira, uma nova paisagem estonteante aparecia. Mesmo os trechos percorridos em asfalto ou estradão de terra eram belos e desafiadores!

Feliz da vida até no estradão de terra!
A única parte "chata" foi correr uma praia inteira (mais ou menos entre o km 6,5 e o 10 - Praia de Mariscal?), pois eu tinha a impressão de correr, correr, e não sair do lugar.
Mantive o olho no Garmin o tempo todo para garantir que eu não ia me empolgar e acelerar no plano para acabar logo com aquela monotonia (eu sabia que se forçasse ali, faltaria perna para o final).



Nesse trecho comecei a usar vários joguinhos mentais para me manter estimulado. Repetia alguns "mantras" ("Você é indomável, rapaz!"; "Gabriel, você tá f#da hoje! Olha isso! Já correu tudo isso e tá aí, inteirão!"), lembrava da frase de uma amiga e ria sozinho ("Guarda pro final!") e até mesmo comecei a fazer uma paródia de um dos gritos de guerra do filme Tropa de Elite (ficou mais ou menos assim: "Homem de branco, qual é sua missão? É concluir a prova e me sentir um campeão! Homem de branco o que é que você faz? Eu corro até o fim, e não olho pra trás! Direita, esquerda, direita, esquerda...").

Praia longa à vista = Entrar no modo Stand-by


Isso ajudou bastante a quebrar a monotonia.
Outra coisa que ajudou foi encontrar um pinguim na praia! Infelizmente, ele estava morto... não deu tempo de tirar foto dele, mas depois de tê-lo visto corri uns bons minutos imaginando como ele foi parar ali e, quando vi, a praia acabou!






Eu estava me sentindo realmente muito bem! Sobe trilha, desce trilha, entra em mais uma praia, tudo bem tranquilo. Sem dores nas áreas lesionadas, sem respiração ofegante, bebendo e me alimentando quando dava vontade e aí, de repente, não mais que de repente, senti a panturrilha direita endurecer. Minha perna travou no meio da passada e saí arrastando a ponta do pé na areia, sem conseguir levantá-lo.
Nunca tinha sentido câimbras antes, mas não tive dúvidas de que era exatamente isso que estava acontecendo naquele momento.

Parei, respirei fundo, alonguei um pouco, tentei mexer as pernas e a sensação de rigidez havia diminuído. Ainda estava lá, mas estava mais fraca.
Tentei trotar bem curtinho e ela ameaçou travar de novo. Estava no km 15, faltando 6km para o final e percebi que não conseguiria correr por um tempo. Como isso nunca havia acontecido antes, não sabia exatamente qual era o próximo passo (vai passar sozinho? Tenho que parar aqui pra alongar ad eternum? Se eu correr ela trava de vez?).

Comecei a caminhar rápido e a panturrilha parou de incomodar. Caminhei mais algumas centenas de metros e arrisquei o trote com passadas curtas outra vez. Deu certo e assim fui por mais uns minutos, até sair da praia. Novas subidas, novas descidas e novos single tracks com vistas deslumbrantes. Que panturrilha dura que nada! É muito bom estar vivo!




Quer dizer, tudo muito bem até o km 17... o single track estava tão, mas tão escorregadio, que simplesmente não era possível trotar ou mesmo andar rápido.
Era necessário fazer todo o esforço para manter-me em pé a cada passo (geralmente, ficar em pé não requer esforço algum, né!). Haja propriocepção! Haja contração excêntrica! Haja grip no solado do tênis!

Saí da trilha e pensei comigo mesmo: Tô bom de novo!



Eh... Mais ou menos... melhor encostar naquele muro pra alongar direitinho. Encostei no muro e minhas pernas se rebelaram. Câimbras múltiplas e simultâneas! Alonga o quadríceps e trava o posterior, alonga o posterior e o sóleo começa a pulsar, alonga o sóleo e as panturrilhas gritam... mesmo parado, quietinho no meu canto, as pernas ficavam com vários espasmos! rsrs

E eu ainda não havia nem passado pelo famoso e temido "Costão", com suas pedras alegadamente escorregadias!

Disse para mim mesmo, em voz alta, que eu só precisava terminar a prova. Eu não havia treinado, então não poderia me cobrar resultado algum. Eu estava ali pra me divertir - e por mais que não faça muito sentido, mesmo com todas as câimbras eu estava me divertindo bastante!
Em diversos momentos eu uivava sozinho nas trilhas, exultante e grato por estar ali!


Muito feliz e grato por poder vivenciar tudo isso!
Cheguei à curtíssima praia de Quatro Ilhas (salvo engano) e iniciei a subida de mais uma trilha enlameada.

Por mais que eu fale ou poste fotos, não dá para ter noção de quão enlameadas as trilhas estavam... mas creiam-me, era muita lama! E eu estou acostumado com lama, hein!
Além da incessante chuva, temos que considerar que naquela hora todos os trocentos corredores dos 12km já haviam pisoteado por ali, fora os maratonistas e as duplas que estavam à minha frente! Simplesmente não tinha como pisar em algum lugar ainda "virgem"! rs




Quando o Costão finalmente chegou, fiquei boquiaberto! Que lugar lindo! Até esqueci das dores! Me senti uma criança, abri um sorriso e comecei a 'escalaminhar' as pedras conforme meu instinto mandava. Muito boa essa liberdade de escolher meu percurso entre as pedras!
E depois de toda a lama que havia pisado, as pedras nem estavam escorregadias, vai!







No fim do costão uma Staff disse "se prepara que a trilha aí em cima tá escorregando bem!"... eu fiquei confuso e perguntei pra ela "se lá tá escorregando bem, como é que estava até agora?!"

Mais ou menos por ali, olhei no Garmin e vi que estava com pouco mais de 2h de prova. Pensei comigo mesmo "pô, mais uns 20, 25 minutos e eu termino a prova! que beleza!!!" e então senti uma fisgada tão forte na panturrilha direita que caí ali mesmo, na lama. Me arrastei para o canto da trilha, pois se alguém tentasse desviar de mim ia acabar caindo junto, e ali fiquei. 1, 2, 3, 4... quase 6 minutos parado, só tentando alongar a panturrilha direita. Tentava levantar e era só colocar o peso do corpo na perna direita e ela travava outra vez... Um corredor passou e perguntou se eu estava bem e, antes mesmo de eu responder, ele escorregou e foi ladeira abaixo no "esquibunda"... apesar da dor, comecei a rir e gritei pra ele que tava tudo bem e que ele não precisava voltar pra me ajudar...rsrs Nem se ele quisesse ele conseguiria! rs

A câmera em time lapse conseguiu registrar o meu 'salvador' descendo no esquibunda...

...e as minhas tentativas de alongar as panturrilhas e acabar com as câimbras!



Esse quilômetro levou 'só' 22 minutos! Uma baba!

Quando, finalmente, ganhei confiança para andar novamente eu levantei e segui adiante. Anda, anda, manca, anda, manca, anda, trota, trota, epa! To bom de novo! Ou não... melhor segurar a onda até o fim!





Será que estava chovendo muito? Dá um zoom!


E então veio a placa de 41km e pude ver o deck de madeira. Dali era só não ter um colapso que eu sabia que iria completar a prova!

Encurtei ainda mais as passadas, pra não correr o risco de travar na frente do pessoal (rs), baixei a cabeça e fui! Quase sob o pórtico vi a Cris de guarda-chuva me esperando! =)

Acabado, porém realizado! (foto tirada pela Cris, sob o guarda-chuva rsrs)


Finalizamos a prova com quase 6h16.



Sim, agora somos indomáveis!!!



____

Obs.:Tiramos MUITAS fotos durante a prova... selecionamos algumas e montamos um álbum na nossa página do Facebook.


terça-feira, 8 de julho de 2014

Relato: Desafio 28 Praias de Revezamento - Aloha Run

Depois de todo o tempo que fiquei 'de molho' em razão de lesões, passei a perceber melhor que, para mim, o que realmente importa não é o quão rápido ou quão longe você corre, mas sim o quanto você se diverte correndo.

Como diversão é um assunto que eu gosto de levar a sério (hein?), não me fiz de rogado e fui pra Ubatuba para dar bastante risada com os amigos e, se as pernas permitissem, correr um pouquinho também!

Mas comecemos do começo...

Após subirmos juntos ao pódio do ranking da Copa Paulista de Corridas de Montanha (categoria 25-29 anos) em novembro, Gustavo, Willian e eu decidimos que seria uma ideia interessante formarmos um trio para correr a famosa Bertioga-Maresias - esperada para acontecer em maio desse ano.
No final, a prova não existiu (virou Revezamento Peruíbe-Praia Grande e vai acontecer em agosto) e deixamos o plano um pouco de lado.

Nesse meio tempo, a Cris havia feito inscrição para o Desafio 28 Praias, num quarteto com as amigas. 
Eu nem dei atenção para essa prova até que os meninos foram lá em casa para a gente botar o papo em dia, acabamos enchendo o caneco enquanto assistíamos Unbreakable: The Western States 100 e, no dia seguinte, ao acordar levemente de ressaca, encontrei um boleto de inscrição no meu email!

Entre a inscrição (fim de abril) e a prova, muitas surpresinhas aconteceram... pra começar, a Cris rompeu os ligamentos do tornozelo e teve que abrir mão da prova... o Gustavo ficou afastado dos treinos graças a uma tendinite no joelho e eu continuava de molho por conta dos edemas ósseos nas tíbias... Faltando três semanas para a prova, f i n a l m e n t e, fui liberado pelo médico a voltar a treinar (mas num ritmo beeeeemmmmm leve: no máximo 30 minutos intercalando 1 de trote e 1 de caminhada).

Na semana da prova tivemos alguns perrengues-zicas-urucubacas que ameaçaram a saúde e integridade de cada um dos integrantes da equipe, e o destino do nosso trio só foi definido mesmo aos 42' do segundo tempo - por exemplo, o Gustavo só conseguiu confirmar que ia conseguir correr o trecho dele na noite de sábado, véspera da prova!

Ainda está meio nebuloso na minha mente como tudo se desenrolou, mas sei que no final de semana do dia 06 de julho estávamos em Ubatuba prontos para encarar os 40km do Desafio 28 Praias em um trio batizado de Aloha Run e com uniforme inspirado no Anton Krupicka! rsrs

Nossa inspiração

E aí, Tony, curtiu a homenagem?

Às 7h40 da manhã de domingo 3 malucos devidamente paramentados com camisas e colares havaianos estavam postados nas praias de Tabatinga, Caçandoca e Lagoinha esperando a festa começar! 
Por sorte, também estávamos com óculos escuros para nos proteger dos olhares fulminantes e julgadores de muitos corredores... hehehe
Na praia de Caçandoca (PC2), esperando o Gus
Da minha parte da prova, propriamente dita, nem tenho muito o que falar. 
O Gustavo chegou ao PC2, gritamos 'Aloha!', peguei o chip e parti para 5,7km de estrada de terra com leve aclive e declive, seguidos de menos de 6km de praia, entre areia dura e fofa, até encontrar o Will, gritar "Aloha!", passar o chip pra ele e o ver sair em disparada para os próximos 15km de percurso, entre single track, estrada e praias. 


Aloha!
Saber rir de si mesmo, uma virtude! kkkk

A Cris que, impossibilitada de correr, virou a nossa capitã da equipe de apoio, prontamente me resgatou para que pudéssemos aguardar a chegada do Will.


Minnie, a mascote oficial, usando seus sentidos aguçados para localizar o Willian



Algum tempo depois, avistamos um maluco correndo com camisa aberta e colar havaiano, só podia ser ele. Eu e o Gustavo corremos ao encontro do terceiro elemento para cruzarmos o pórtico de chegada juntos e bradando nosso tradicional-desde-hoje-cedo "Aloha". hehe





Ain't no place for haoles here!!!

A verdade é que se alguns corredores torciam o nariz quando viam um de nós 3 fantasiados, o público em geral nos recepcionou muito bem! rs
Sempre que cruzava com carros no caminho alguém buzinava ou gritava uma frase de incentivo e, após concluirmos a prova e nos agruparmos na área de chegada para aguardar as outras equipes de amigos (só na nossa casa havia 4 equipes!!), diversas pessoas vieram elogiar nosso uniforme e nosso bom humor.

A nossa parte estava feita – fomos, corremos e nos divertimos bastante. Essa era a ideia!
De resto, era só esperar as outras equipes da nossa casa e confraternizar com os amigos e conhecidos que sempre encontramos nesses tipos de prova, e depois partir para o churrasco!

Não conhecia as provas da RunnerSP, mas devo dizer que minha experiência foi bastante positiva de uma forma geral. A logística foi tranquila, a organização postou os resultados rapidamente, as áreas de pós-prova estavam bem abastecidas, etc.

Por fim, qual não foi nossa surpresa ao checar a lista de resultados e encontrar o Aloha Run no quarto lugar entre os trios masculinos e 30º lugar na Classificação Geral! hahahaha Só rindo mesmo! rs


Aloha Run + Capitã da equipe de apoio + Mascote oficial

2 duplas, 1 trio, 1 quarteto e a preciosa equipe de apoio! É festa!!!
Vejam só!! Três patetas, sendo que dois deles estavam voltando de lesão e sem ritmo algum de treino, vestidos de havaianos (vou te falar que aquela camisa esquentava bagarái!), correndo de ressaca e só pela diversão e conseguimos ir relativamente bem! Certeza que o Will carregou o trio nas costas! hahahaha
Na próxima a gente se esforça mais! Ou não, pois o que importa mesmo é se divertir!




ALOHA!!! E até o próximo ano!


Quem precisa de verão com um inverno desses?!