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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Relato: 5º Desafio 28 Praias - Dupla Mista

Esse relato será excepcionalmente curto e rápido (para o meu padrão, claro), então apertem os cintos! rs

Apenas para contextualizar o quanto a gente gosta dessa prova vale mencionar que, das 5 edições ocorridas até agora, estivemos presentes em 4!

Já corremos em trio, solo e dessa vez corremos em dupla.

De início, mesmo gostando muito da prova, não tínhamos a intenção de correr a 5ª edição, já que ela iria ocorrer parcos 5 dias após o Desafio das Serras.

Mas a Karol decidiu que iria correr a 5ª edição na modalidade solo e, como homenagem por termos apresentado as corridas de montanha a ela (e especificamente a D28P, em 2014), resolveu nos presentear com uma inscrição na modalidade dupla mista.

Junto a esse vale inscrição veio uma cartinha bem emotiva! rs
Tem como negar um presente desses?! Não tem né.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Relato - Estreando na Maratona: 4º Desafio 28 Praias de Ubatuba - Por ELA



O Desafio 28 Praias é uma prova que está no meu coração, ainda mais por conta de, em sua primeira edição em Julho/2014, eu participar somente como apoio logístico, pois estava em recuperação do meu entorse no tornozelo - tendo que ser substituída às pressas no quarteto feminino - e, em 2015, finalmente matar a lombriga e correr em trio com a Karol e a Milena.



2014: Pé esquerdo em recuperação semi apoiado no chão

2015: Trio Feminino
Ao contrário do Gabriel, desde que comecei a correr, não sentia a menor vontade de participar de uma maratona. Não me sentia preparada física e nem psicologicamente pra isso, mas em novembro de 2015, quando foi anunciada a 4ª edição da prova e já havíamos feito alguns treinos longos, tanto em distância como por muitas horas em atividade, somados à participação de apoio/pacer da BR135+, ele me convenceu de que estava na hora de estrearmos a distância e o Desafio 28 Praias seria o cenário perfeito.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Relato - Estreando na Maratona: 4º Desafio 28 Praias de Ubatuba

Idealização. planejamento, execução nos moldes do planejamento e colheita dos frutos.
Qualquer projeto, em qualquer área, costuma seguir esse caminho - embora ele raramente seja percorrido integralmente e sem percalços. E é por isso que venho aqui para dizer - com imensa satisfação - que consegui executar minha primeira maratona exatamente como sonhei!



Eu sei, eu sei... meio anticlimático colocar logo no primeiro parágrafo que deu tudo certo e consegui finalizar minha primeira maratona do jeitinho que eu esperava... mas fique mais um pouco, vai valer a pena ler o relato! Antes, porém, voltemos do início...

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Relato: 2º Desafio 28 Praias - Ubatuba

Aloha!

Cá estamos novamente!

Após o estrondoso sucesso da primeira edição do Desafio 28 Praias, em julho de 2014, decidimos reunir o Aloha Run mais uma vez para fazer frente ao desafio em 2015.

No ano anterior, como vocês sabem, fomos mal treinados e uniformizados de havaianos e fechamos a prova em 4h32, no quarto lugar entre os trios masculinos.

Esse ano fizemos alguns ajustes na estratégia com o objetivo de papar um lugar no pódio. Claro que a fanfarronice e a diversão continuariam sendo parte essencial da equipe, mas além disso resolvemos inverter a ordem dos corredores, adequando cada trecho ao corredor que melhor se adaptava ao terreno.

Desse modo, o Gustavo passou o primeiro trecho (>12km com 650mD+) para mim e eu passei os trechos 2 e 3 (+/-11km com 150m D+) para ele. O Will manteve os trechos 4 e 5 e tinha a missão de tentar melhorar sua já excelente performance do ano anterior. Eu acreditava que, se estivesse inspirado, conseguiria baixar o tempo do Gustavo em uns 6 ou 7 minutos e tinha a certeza de que o Gustavo iria conseguir limar pelo menos uns 10 minutos do meu tempo do ano passado.

E assim, no sábado de manhã, colocamos nosso novo uniforme, posamos para algumas fotos e nos dirigimos aos nossos pontos de largada.


Bigode: o sinal máximo do comprometimento com a equipe
Impossível negar que eu estava bastante nervoso. Afinal, a responsabilidade era grande! Eu havia decorado as parciais do Gustavo no ano anterior e sabia mais ou menos quanto tempo eu deveria fazer nos km 5, 7 e 10 para baixar o tempo dele. Só não sabia quanta força teria de fazer para conseguir essa proeza.

Para não "poluir" o uniforme, resolvi que não levaria mochila de hidratação. Ao invés disso coloquei duas garrafas flexíveis da Ultimate Direction nos bolsos da bermuda de compressão e torci para que os 400ml de cada garrafa bastassem para concluir o percurso.

Diferentemente do que costumo fazer, resolvi que largaria lá na frente, para não perder tempo ultrapassando os corredores mais lentos nos quilômetros iniciais.

Às 7h15 soou a buzina e sebo nas canelas! Tentei acompanhar o pelotão de frente, mas depois de uns 300m vi que o que estava fazendo seria um tiro no pé. Estava muito rápido para o meu gosto e corria o risco de quebrar antes de completar 1km e estragar os planos da equipe.

FÓÓÓÓÓÓNNNNN - tentando acompanhar o pelotão de frente na largada
Mesmo tendo tirado um pouco o pé do acelerador antes de completar 500m o estrago já estava feito. Assim que surgiu a primeira subida, em estrada de terra, fui forçado a dar uns 5 ou 6 passos andando para recuperar o fôlego. E eu já havia treinado nessa estrada antes e sabia que era possível percorrê-la inteira sem parar para andar... "paciência, Gabriel, aos poucos você recupera isso", eu dizia para mim mesmo.

Os primeiros 3 ou 4km alternam subidas e descidas em estrada de terra e são bastante corríveis. Minha estratégia era fazer esses quilômetros de forma bem forte e tentar alcançar os "retardatários" das duplas e solos que haviam largado às 7h antes que eles entrassem na trilha.

O percurso conta com 3 ou 4km de estrada de terra e o restante é de puro single track (com uns 200m de praia de areia fofa), isto é, uma vez dentro da trilha não haveria muitas oportunidades de ultrapassagem.

Tá aí a Altimetria do trecho 1

Infelizmente, só consegui alcançar os corredores mais lentos das duplas e solos depois de entrar na trilha. Felizmente, a maioria deles foi bem gentil e abria passagem sempre que eu pedia.

Para os que estavam muito concentrados em seus fones de ouvido ou cansados demais para interpretar meus pedidos de licença eu simplesmente lançava um "PELA DIREITA/ESQUERDA" e enfiava o corpo entre o barranco e o corredor. Sem maiores estresses. rs

Considerando que estávamos contornando a costa, o single track era sempre entre um barranco para baixo (direita) e um barranco para cima (esquerda), então eu tinha que aumentar a velocidade para sair da trilha, subir o barranco e fazer a ultrapassagem "andando pela parede" (quase um parkour rs), mas sem comprometer a segurança dos outros corredores e a minha.

Consegui ultrapassar bastante gente nas subidas (eu estava bastante "inspirado"... mesmo nos trechos mais inclinados eu fazia questão de andar o mais rapidamente possível, deixando para recuperar o fôlego somente quando ficava preso atrás de alguém na trilha) e, surpreendentemente, consegui ultrapassar ainda mais gente nas descidas!

Eu me considero bastante pato nas descidas, mas ainda assim tentei segurar o corpo o menos possível e deixar a gravidade fazer o resto. Total desapego aos dentes! kkkk

Mesmo nas travessias de riachos com pedras (4 ou 5 travessias dessas pelo percurso) eu dava um jeito de ultrapassar os corredores mais cautelosos. Ou eu saía correndo pelo meio do curso d'água sem considerar o risco de torcer o pé/escorregar/cair, ou então eu pegava embalo e simplesmente saltava sobre o riacho (e voava por cima de um ou dois corredores no meio do caminho, me sentindo o próprio "Cavalo de Fogo"! rsrs).

Ok...um cavalo roxo, com crina ruiva, voando numa nuvem de purpurina não é um símbolo muito condizente com meu bigode
Quando atingi a marca de 5km vi que estava 4min mais rápido que o tempo do Gustavo. No km 7 estava quase 10min mais rápido. Fiquei um pouco preocupado de gastar energia demais no começo da prova e ter de me arrastar nos quilômetros finais, mas o "modo competição" estava ativado e eu não estava disposto a relaxar o passo.  Como disse o Gustavo, quem usa bigode é obrigado a sustentar a pose! rs

Lá pelo nono quilômetro comecei a ficar preocupado... minha água estava quase no fim. Ainda faltavam 3km e algumas subidas (inclusive uma bem violenta) e comecei a racionar a água. "Bebia" só uma gotinha por vez.

Ao longo do trajeto bastante gente mexia comigo - era "mexicano" daqui, "mariachi" de lá - e isso me motivava ainda mais! Teve até um caso que achei engraçado que foi um rapaz que me passava nas subidas e eu o passava de volta nas descidas... lá pela 4ª ou 5ª vez que ele passou por mim ele disse "Ôh, Chapéuzinho, quantos chapéuzinhos têm aqui na trilha? Eu te passo toda hora e daqui a pouco você aparece na minha frente outra vez!" rsrs

Continuei forçando o ritmo e lá pelas tantas deu pra ver a praia de Caçandoca e o PC 2 lá embaixo. Era só completar mais essas centenas de metros finais e passar a bola adiante. A organização havia colocado uma corda para auxiliar na descida do morro para a praia mas, ao invés de a utilizar, inclinei o corpo para a frente e dei umas passadas largas e um salto para chegar logo na areia e dar um sprint final.

Com o coração na boca passei o chip pro Gustavo, que fez questão de me dar um abraço antes de sair correndo, e só então pausei o Garmin: 1h31!
Nos meus sonhos mais loucos e ousados eu imaginava que faria o trecho em 1h44-1h46! O Gustavo havia feito em 1h52 em 2014!

A minha parte estava entregue! Dali para a frente caberia aos demais Mariachis do Aloha Run carregar a tocha com empenho até o pórtico de chegada.

Mantivemos contato por whatsapp e estávamos sempre informados do desempenho dos demais integrantes.

O Gustavo fez os trechos 2 e 3 em aproximadamente 52 minutos (incluindo a travessia do Rio Maranduba pelo meio da água, ao invés de pegar o barco da organização) e destruiu meu tempo do ano passado (mesmo que o percurso tenha sido alterado entre os PC's 2 e 3, a distância final foi a mesma).

Enquanto esperava o Gustavo chegar, o Will ficou contando quantos trios passavam pelo PC. Quando o Gustavo entregou o chip a ele a estimativa era que havia somente dois trios na nossa frente. Bastava administrar que uma vaga no pódio seria nossa. Ele não só administrou como ainda conseguiu baixar alguns minutos do seu tempo de 2014! Monstro!

Will focado na chegada (nem desviou o olhar para as moçoilas ao fundo rsrs)
Voando baixo!
Por motivos alheios à nossa vontade, não foi possível presenciar a chegada do Will e tirar foto com os três cruzando a linha ao mesmo tempo. No total estávamos em 5 equipes (2 trios, 2 quartetos, 1 dupla) e a logística acabou ficando embolada, então só chegamos à Praia Dura muito tempo depois de o Will ter terminado a prova.

Claro que isso não impediu nossa farra, já que assim que conseguimos nos reunir outra vez fizemos questão de tomar uma cerveja com tequila e tocar nossas violinhas para celebrar! rs




Além da nossa festa, eu estava bastante feliz pela Cris.
Ano passado ela estava inscrita mas não pôde correr em função do rompimento de um ligamento do tornozelo e esse ano ela montou um trio com a irmã (Karol) e uma amiga (Milena) e ficou responsável pelo trecho 1 (finalizado em louváveis 2h04!).

Cris largando para os 12km do Trecho 1

Trio Feminino Se Ela Corre Eu Corro finalizando o Desafio 28 Praias

Enquanto bebericávamos nossas cervejas e ouvíamos piadas acerca de nossos bigodes, a organização tratou de postar no mural o resultado parcial. Adivinha só: Aloha Run em terceiro lugar nos trios masculinos, com 4h02:17 de prova! 20º melhor tempo no geral (de 287 equipes que concluíram a prova abaixo de 7h).

Mais sucesso que nosso uniforme, só o uniforme da Minnie




Ah, meu amigo, aí a euforia ficou como a zoeira: sem limites!



Felicidade incomparável de ver a execução de um projeto sair ainda melhor que o planejado!

Mas a ficha só caiu mesmo quando fomos chamados ao pódio e a galera começou a entoar "Mexicanos! Mexicanos! Mexicanos!"... surgiu até uma bandeira do México ali no meio! Surreal! rsrs





O melhor de tudo foi a constatação de que toda a zica que me perseguiu durante todo o ano de 2014 foi deixada para trás, uma vez que meus dois objetivos desse primeiro semestre foram atingidos com sucesso (25km sem sofrimento na Trail Adventure Torres de Paine - Chile; e pódio no Desafio 28 Praias de Ubatuba!).

E eu achando que depois dos 30 anos não pegaria mais nenhum pódio!
Por fim, palmas para organização que mais uma vez orquestrou uma prova impecável, muito bem demarcada, com muitos staffs ao longo das trilhas, postos bem abastecidos, rápida divulgação dos resultados e excelente estrutura!

Fica agora a questão: Se em 2014 fomos de havaianos e em 2015 de mexicanos, qual será o uniforme de 2016?

terça-feira, 8 de julho de 2014

Relato: Desafio 28 Praias de Revezamento - Aloha Run

Depois de todo o tempo que fiquei 'de molho' em razão de lesões, passei a perceber melhor que, para mim, o que realmente importa não é o quão rápido ou quão longe você corre, mas sim o quanto você se diverte correndo.

Como diversão é um assunto que eu gosto de levar a sério (hein?), não me fiz de rogado e fui pra Ubatuba para dar bastante risada com os amigos e, se as pernas permitissem, correr um pouquinho também!

Mas comecemos do começo...

Após subirmos juntos ao pódio do ranking da Copa Paulista de Corridas de Montanha (categoria 25-29 anos) em novembro, Gustavo, Willian e eu decidimos que seria uma ideia interessante formarmos um trio para correr a famosa Bertioga-Maresias - esperada para acontecer em maio desse ano.
No final, a prova não existiu (virou Revezamento Peruíbe-Praia Grande e vai acontecer em agosto) e deixamos o plano um pouco de lado.

Nesse meio tempo, a Cris havia feito inscrição para o Desafio 28 Praias, num quarteto com as amigas. 
Eu nem dei atenção para essa prova até que os meninos foram lá em casa para a gente botar o papo em dia, acabamos enchendo o caneco enquanto assistíamos Unbreakable: The Western States 100 e, no dia seguinte, ao acordar levemente de ressaca, encontrei um boleto de inscrição no meu email!

Entre a inscrição (fim de abril) e a prova, muitas surpresinhas aconteceram... pra começar, a Cris rompeu os ligamentos do tornozelo e teve que abrir mão da prova... o Gustavo ficou afastado dos treinos graças a uma tendinite no joelho e eu continuava de molho por conta dos edemas ósseos nas tíbias... Faltando três semanas para a prova, f i n a l m e n t e, fui liberado pelo médico a voltar a treinar (mas num ritmo beeeeemmmmm leve: no máximo 30 minutos intercalando 1 de trote e 1 de caminhada).

Na semana da prova tivemos alguns perrengues-zicas-urucubacas que ameaçaram a saúde e integridade de cada um dos integrantes da equipe, e o destino do nosso trio só foi definido mesmo aos 42' do segundo tempo - por exemplo, o Gustavo só conseguiu confirmar que ia conseguir correr o trecho dele na noite de sábado, véspera da prova!

Ainda está meio nebuloso na minha mente como tudo se desenrolou, mas sei que no final de semana do dia 06 de julho estávamos em Ubatuba prontos para encarar os 40km do Desafio 28 Praias em um trio batizado de Aloha Run e com uniforme inspirado no Anton Krupicka! rsrs

Nossa inspiração

E aí, Tony, curtiu a homenagem?

Às 7h40 da manhã de domingo 3 malucos devidamente paramentados com camisas e colares havaianos estavam postados nas praias de Tabatinga, Caçandoca e Lagoinha esperando a festa começar! 
Por sorte, também estávamos com óculos escuros para nos proteger dos olhares fulminantes e julgadores de muitos corredores... hehehe
Na praia de Caçandoca (PC2), esperando o Gus
Da minha parte da prova, propriamente dita, nem tenho muito o que falar. 
O Gustavo chegou ao PC2, gritamos 'Aloha!', peguei o chip e parti para 5,7km de estrada de terra com leve aclive e declive, seguidos de menos de 6km de praia, entre areia dura e fofa, até encontrar o Will, gritar "Aloha!", passar o chip pra ele e o ver sair em disparada para os próximos 15km de percurso, entre single track, estrada e praias. 


Aloha!
Saber rir de si mesmo, uma virtude! kkkk

A Cris que, impossibilitada de correr, virou a nossa capitã da equipe de apoio, prontamente me resgatou para que pudéssemos aguardar a chegada do Will.


Minnie, a mascote oficial, usando seus sentidos aguçados para localizar o Willian



Algum tempo depois, avistamos um maluco correndo com camisa aberta e colar havaiano, só podia ser ele. Eu e o Gustavo corremos ao encontro do terceiro elemento para cruzarmos o pórtico de chegada juntos e bradando nosso tradicional-desde-hoje-cedo "Aloha". hehe





Ain't no place for haoles here!!!

A verdade é que se alguns corredores torciam o nariz quando viam um de nós 3 fantasiados, o público em geral nos recepcionou muito bem! rs
Sempre que cruzava com carros no caminho alguém buzinava ou gritava uma frase de incentivo e, após concluirmos a prova e nos agruparmos na área de chegada para aguardar as outras equipes de amigos (só na nossa casa havia 4 equipes!!), diversas pessoas vieram elogiar nosso uniforme e nosso bom humor.

A nossa parte estava feita – fomos, corremos e nos divertimos bastante. Essa era a ideia!
De resto, era só esperar as outras equipes da nossa casa e confraternizar com os amigos e conhecidos que sempre encontramos nesses tipos de prova, e depois partir para o churrasco!

Não conhecia as provas da RunnerSP, mas devo dizer que minha experiência foi bastante positiva de uma forma geral. A logística foi tranquila, a organização postou os resultados rapidamente, as áreas de pós-prova estavam bem abastecidas, etc.

Por fim, qual não foi nossa surpresa ao checar a lista de resultados e encontrar o Aloha Run no quarto lugar entre os trios masculinos e 30º lugar na Classificação Geral! hahahaha Só rindo mesmo! rs


Aloha Run + Capitã da equipe de apoio + Mascote oficial

2 duplas, 1 trio, 1 quarteto e a preciosa equipe de apoio! É festa!!!
Vejam só!! Três patetas, sendo que dois deles estavam voltando de lesão e sem ritmo algum de treino, vestidos de havaianos (vou te falar que aquela camisa esquentava bagarái!), correndo de ressaca e só pela diversão e conseguimos ir relativamente bem! Certeza que o Will carregou o trio nas costas! hahahaha
Na próxima a gente se esforça mais! Ou não, pois o que importa mesmo é se divertir!




ALOHA!!! E até o próximo ano!


Quem precisa de verão com um inverno desses?!